sábado, 8 de outubro de 2011

A TURMA DO TTI 7

 A TURMA DO TTI 7
O valor das coisas não está no tempo que elas acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.
Esta frase de Fernando Pessoa retrata o momento pelo qual estamos passando; um período em que estudamos, brincamos, aprendemos e sorrimos. Momentos que permanecerão em nossas vidas. Cativamos e fomos cativados.
Aprendemos a ter responsabilidades com nossas palavras e com nossas atitudes. Tivemos a oportunidade de conviver com pessoas diferentes, alguns questionadores, outros pela capacidade de expressão e liderança. E aqueles que primaram pela organização e pontualidade, ou então exemplos de dedicação e persistência e também os que buscavam alegrar e motivar os amigos.
E Nossos mestres! O marcos, com contas e mais contas, sempre buscando um resultado positivo para todos nós. A Kátia, espalhando projetos pela mesa e, com muita paciência, nos auxiliando na construção de alicerces de nossa futura atividade. O Márcio, conhecedor profundo do Código Civil, onde, para cada situação, sempre teremos parágrafos e parágrafos, que justifiquem, proíbam ou permitam, mas, mais adiante a gente poderá falar sobre isso.
E o pequeno grande homem, gremista sofredor, pegador no pé da supremacia verde. Dario, pode ter certeza, além de passar com maestria, seus ensinamentos de uma maneira descontraída, você foi um grande companheiro nosso.
E o mestre de cerimônias, Danilo, grande profissional, grande contador de causos, frases de efeito, amigão do peito. É ou não é? É!!!!
Todos grandes profissionais que aprendemos a respeitar como mestres e como amigos.
Quando os alicerces que construímos chegam próximos das nuvens, o tempo se fecha e a busca pelo sonho parece não ter fim e é nesse momento que nos sentimos recomeçando a escalada. No período m que estivemos juntos, escalamos e edificamos essas colunas e hoje, uma etapa chega ao fim e um novo começo surge ‘a nossa frente, nos desafiando.
Sentiremos saudades do percurso, da dinâmica do aprendizado e de nosso crescimento pessoal. O que fazer daqui para a frente? Devemos enfrentar novos desafios com sabedoria, beleza e força.
Todo esse processo evolutivo nos chama para a reflexão, porque o desafio é permanente; e como podemos contribuir para que nossa profissão se torne mais respeitada? A resposta para esses questionamentos se resume a uma palavra: Ética.não basta apenas ser correto. É preciso estar em constante aprimoramento para garantir o crescimento da profissão de corretor.
Atuaremos em nossa vida prática como agentes de mudanças e nada deverá desviar-nos dos valores sociais de nosso trabalho.
Hoje nossos alicerces encontram-se nas nuvens. É hora de tomar posse do que é nosso e que essa cerimônia não represente a despedida em nossas vidas e sim, a reafirmação de um alto grau de comprometimento que temos conosco e para com a sociedade.
Que Deus abençoe a todos.

PAN AMERICANOS EM GUADALARAJA


 1942. Esse seria o ano em que seriam disputados os primeiros Jogos Pan Americanos, porém os conflitos da Segunda Guerra Mundial, adiaram em nove anos e a primeira edição dos Jogos foram realizados na Argentina, na capital Buenos Aires, em 1951.
Desde o início foram respeitados os protocolos dos Jogos Olímpicos, com o tradicional desfile de abertura das delegações, a tocha, o juramento dos atletas, bem como a cerimônia de encerramento.
Com um público de 100 mil, as delegações de 21 países, num total de 2513 atletas, fizeram a abertura em 25 de fevereiro de 1951. Já nessa época, a cartolagem brasileira fazia das suas e o número de dirigentes foi superior aos 179 atletas que representaram o país em 18 modalidades esportivas.
O Brasil obteve o quinto lugar na classificação geral, com destaques para a natação com Tetsuo Okamoto, ouro nos 400m e 1500m e com Ademar Ferreira da Silva, ouro no salto triplo e que viria a conquistar o bi-olímpico em 52, em Hensinque, na Finlândia e 56, em Melbourne, na Austrália.
Guadalajara, capital do Jalisco, no México, será a sede dos 14 Jogos Pan Americanos e passa por um processo de transformação urbana que, com certeza, proporcionará importantes mudanças sociais e econômicas.
Teremos nove modalidades que serão realizadas em outras cidades. Em Guzman, que é um pólo de desenvolvimento industrial, comercial e turístico, sendo reconhecida por suas belezas naturais, receberá os atletas do remo e da canoagem.
Em Lago de Moreno, cidade recheada de monumentos históricos, poderá fazer a história dos atletas nas modalidades de beisebol e softbol.
O ciclismo e o mountain-bike terá como sub-sede, Tapalpa, que oferece muitas opções turísticas e reconhecidas por sua arquitetura e pela exuberante natureza.
Em Puerto Vallarta, onde a serra, os rios e o oceano encontram-se, estarão em jogo as medalhas do voleibol de praia, vela, triatlo e maratona aquática.
No período entre 13 e 30 de outubro, o Brasil tentará superar seu melhor desempenho, obtida em 2007, no Rio de janeiro, quando conquistou 52 medalhas de ouro, 40 de prata e 654 de bronze.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

TÁ RESOLVIDO!!!

E o papo rolava numa roda de amigos ,no pré jogo de domingo à tarde. No canto da mesa, vem o palpite... tem mais é que seguir algumas regras onde todo mundo tem que fazer a sua parte. O Mané, em pé no balcão esbraveja e não quer nem saber; o jeito é baixar o cacete, sem prevenção, sem nada. Aprontou, tem que apanhar mesmo.
O dono do boteco, que já foi coroinha nos tempos de moleque, não concorda. Cadê os direitos humanos? Acha que todos têm direito a uma re-inclusão no convívio com a sociedade.
Quietinho, sentado na cadeira, olhos e ouvidos fixos nos comentários do Galvão e Cia., reclama do barulho e diz que tem uma solução simples pra toda essa bagunça.
O delegado manda prender toda a população da cidade e assim, os ladrões não vão ter ninguém para assaltar e quer saber? Todo mundo de bico calado que vai começar o jogo.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

SELEÇÃO: TÔ FORA!!!!!


Vá entender! Como diria Tim Maia, me dê motivos. Em 86, durante a preparação para a Copa do México, o rubro negro Leandro, considerado por muitos como um dos melhores laterais do futebol brasileiro, decidiu abandonar a Seleção.
Na noite anterior, já havia abandonado a concentração, junto com o ponta direita Renato, a fim de conhecerem a noite de Belo Horizonte. Não teve jeito, Renato foi cortado e Leandro, solidário com o companheiro, recusou-se a participar daquela Copa.
Serginho, lateral que surgiu no São Paulo e fez sucesso no Milan, alegando uma contusão, pediu dispensa em 2002 para um jogo amistoso. Não só deixou de conquistar o penta, como teve uma dispensa definitiva da Seleção, não sendo nunca mais convocado.
Leonardo, em 99, renunciou a Seleção comandada por Luxemburgo, insinuando não estar de acordo com a filosofia do técnico.
O volante mauro Silva, tetra em 94, desertou da Seleção, não aceitando ir para a Copa América, em 99 na Colômbia, pois era contra a realização do torneio naquele país, que enfrentava sérios problemas de violência.
E agora vem o Mario Fernandes... quem????, ainda se firmando na equipe do Grêmio, com idade para participar dos Jogos Olímpicos de Londres em 2012, e recusando-se  a se juntar ao grupo que enfrentou a Argentina, no Super Clássico das  Américas, alegando problemas  pessoais.
Sr. Julio Botelho. Os mais jovens não devem fazer a mínima idéia de quem seja. Ou simplesmente, Julinho.
Começou na base do Corinthians e com 19 anos foi para o Juventus da Mooca e de lá, transferiu-se para a Portuguesa e com suas brilhantes atuações, foi chamado para a Copa de54, na Suíça.
No ano seguinte, a equipe italiana da Fiorentina comprou seu passe e no mesmo ano, conquistou o título italiano e Julinho transformou-se em ídolo.
Com desejo de retornar ao Brasil, somente foi liberado m 59, sendo contratado pelo Palmeiras e tornando-se, da mesma forma, ídolo do  Palestra.
Mas vamos ao que interessa. Abandonos, recusas, pedidos de dispensa que não condizem com a honra de representarem nosso país em competições internacionais.
Aproximando-se da data da Copa do Mundo, na Suécia, em 1958, a CBD (Confederação brasileira de Desportos), hoje CBF, havia estabelecido uma regra. Não seria convocado nenhum jogador que atuasse em alguma equipe do exterior. Porém, o presidente na época, João Havelange, abriu uma exceção e enviou um telegrama para Julinho.
Mas não esperava pela reação de Julinho, que declarou: “Nada me emociona mais que jogar pelo meu país, mas não acho justo tirar a vaga de um atleta que atua no Brasil”.
Com a ausência de Julinho, foi convocado para a reserva de Joel, um jogador que tinha as pernas tortas, um tal de Mané Garrincha, um gênio da bola.
O craque Julinho será sempre lembrado por seu talento dentro de campo e pela nobreza fora dele.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

TEM LÍDER NA ÁREA

Filé joga num time que o chefe é um chato. Há cinco anos ele era o terceiro reserva do goleiro. O titular foi vendido para o exterior, seu reserva imediato sofreu uma séria contusão no joelho que o obrigou a abandonar o futebol e o segundo reserva, cansado de esperar por uma vaga no gol, resolveu treinar na linha e hoje é um razoável cabeça de área.
Finalmente, Filé ganhou sua chance, mas o comandante estava sempre pegando no seu pé. De pouco sorrisos, cara de bravo, exigindo, a todo instante, mais e mais trabalho; mesmo quando os resultados positivos aconteciam, queria ainda mais e nada de reconhecer... elogio, nem pensar.
Estilo, deixa que eu falo e você escuta, e ameaçando...se não produzir, já sabe!!! Saudosista, gritava com o grupo que começou limpando o vestiário e cortando a grama do campo, e foi subindo, com muita dedicação até o posto de chefia.
Filé cansou disso, deu um basta e caiu fora. No ano passado foi eleito o melhor goleiro do campeonato. No seu time não tem chefe, mas tem um líder, que sabe o que cada um tem que fazer e que mantém a equipe unida o tempo todo.

sábado, 24 de setembro de 2011

MARATONA: ONTEM E HOJE

Os atletas já estão se preparando para a primeira Maratona Caixa SC, que acontece dia dois de outubro, em Florianópolis e, segundo os organizadores, o percurso foi planejado para ser o mais rápido do país.
Você vai, inscreve-se, calção, camiseta e o velho tênis da pelada do fim de semana. Ôpa!!! uma maratona não começa quando você decide que vai correr. Dormir cedo, acordar cedo, esquecer alguns tipos de alimentos e de bebidas. Treinos e mais treinos e mais treinos, com profissionais especializados, consultar seu médico para assegurar que está tudo Ok.
Você pode até não ter ambições de um alto desempenho, com excelentes tempos, mas quer cruzar a linha de chegada e tornar-se um vencedor, bater no peito e afirmar que completou a prova.
Mas já houve um tempo em que participar de uma maratona era muito complicado. Nos Jogos olímpicos, realizados em St. Louis, nos EUA, em 1904,a prova de maratona foi um caso ‘a parte.
Com uma temperatura de 40 graus, o calor sufocante não assustava, de forma alguma, o “atleta” cubano Felix Carbajal. Trabalhava como carteiro e para poder participar da prova, arrecadou dinheiro nas ruas de Havana, capital de Cuba, porém, após uma visita ao cassino de New Orleans, perdeu toda grana e o jeito foi ir a pé e um pouco de carona até o local da competição e,acreditem , vestindo uma calça comprida, camisas com mangas compridas e um par de sapatos de passeio. Chegando lá, cortou as mangas da camisa e pernas das calças e alinhou-se com os demais competidores.
Um dos favoritos. O americano John London liderou até os 15 km, mas passou mal e abandonou a prova. Carbajal, o carteiro cubano, mesmo parando de vez em quando para bater um papo com o público, assumiu a liderança. Bateu a fome e, não teve dúvidas ao passar em frente a uma macieira; devorou um monte de maçãs, que foram sua desgraça, por estarem verdes. Sentiu-se mal, foi perdendo rendimento, vomitando pelo caminho e, ainda assim, obteve o quarto lugar.
Após mais de três horas, o americano Fred Lorz é o primeiro a cruzar a linha de chegada, aparentando tranqüilidade e nem um pouco de cansaço. Quando já estava recebendo a sua medalha, aparece outro americano, Thomas Hicks, em segundo lugar, alegando que havia tomado a liderança nos 30 km e, a partir daí, ninguém o havia ultrapassado.
Hicks foi declarado vencedor, pois Fred Lorz havia enganado os organizadores da prova, e na altura dos 15 km, abandonou a competição, descansou por um tempo, conseguiu uma carona até o estádio, local da chegada, para pegar suas roupas.
“Esperto” saltou um pouco antes, entrou no estádio, com o público aplaudindo-o ruidosamente. Mas não teve sucesso, admitiu a fraude e foi desclassificado.
O próprio Hicks, vencedor da maratona, estava muito exausto e tomou umas doses de conhaque, dadas por seu treinador, que o ajudaram, sem dúvida, a completar a prova.
Talvez tenha sido a maratona mais bizarra de todos os tempos, embora, cem anos depois, nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, o brasileiro Vanderlei Cordeiro, que liderava a prova, tenha sido agarrado por um maluco padre irlandês.
Mas isso já é uma outra história.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A CASA TÁ CAINDO

Bilé, pescoço pro alto, o Sol na cara, mas os olhos atentos apontando pro céu e pergunta ao Toquinho... é um pássaro? um avião? O Super Homem? Não!!!!  É o UARS. O que? Que bicho é esse?  É um tal de foguete satélite que ta se jogando aqui pro chão e acho melhor a gente se mandar pra baixo da marquise do prédio da NASA, porque ele vem que vem tinindo.Corre Dirma, corre Mano, corre Avaí que a casa ta caindo.