O LEGADO DA D. DEJANDA Já faz algum tempo que eu queria escrever algo sobre os filhos da D. Dejanda e, creio que faltava um sinal de... vá em frente, até que, um dia desses, eu estava saindo de casa, passando em frente ao bar do Carlão e, como se o árbitro, no meio do campo, observando o posicionamento dos jogadores, olhando para seus auxiliares, conferindo se está tudo certo e...apita o início do jogo.
Pô, Vado!!!!! Não vai escrever alguma coisa sobre mim? Eu brinquei com o cara, mas esse era o estopim para seguir adiante.
Os filhos da D. Dejanda. O alerta me foi dado pelo Didinho, tricolor doente, que nos bons tempos, era figura carimbada no futebol do Baixio. Se fosse mais alto, talvez o apelido fosse Dido, mas a sua baixa estatura, baixinho mesmo, daí, Didinho, ponta rápido, arisco, que partia pra cima, embora, nem sempre, a finalização fosse o que se esperava. Mas era tinhoso e sem medo de cara feia.
Quem também não tinha medo de cara feia, zagueirão vigoroso, que não achava graça em jogo tranqüilo; pra ele, os noventa minutos tinham que ser pegados, quanto mais, melhor, gritando o tempo todo e ai do atacante que viesse pra cima e tentasse uma firula ou drible a mais.O Vadico, Botagogo até debaixo d’água, não queria nem saber, era bola ou bolim.
Didinho e Vadico, como quase todos nós, passaram por momentos em que a bola teima em escapar de nossos pés, mas deram a volta por cima e são dois caras com quem podemos contar em todos os momentos.
O Ma, que trabalha na Prefeitura Bombinhas já faz tempo.Cheguei a jogar com ele no Veteranos do Miramar.Dependendo do dia, o Ma podia transformar-se num ponta ligeiro, que partia pra cima dos zagueiros ou então...aos berros do seu Zequinha, ele não tava nem aí, quase não se movimentando em campo, parecendo um simples espectador.
E o Beto, talvez vocês lembrem-se dele como o caixa do BESC, sempre atendendo com muita eficiência, mas... quem o viu jogar, daí sim, pode-se comprovar sua verdadeira eficiência.
O volante ‘a moda antiga, que deixava a zaga tranqüila e o atacante adversário temeroso pelo que vinha pela frente. Além de uma boa técnica, era perfeito no desarme e, passar por ele, era osso duro de roer. Jogava quieto e o adversário que não o conhecesse, poderia imaginar que teria moleza, mas era começar o jogo para que essa teoria fosse pro vinagre.
Chico!!!! Você que está lendo esse artigo, com certeza, já passou ou conhece alguém que já passou por suas mãos, na época de tirar o certificado de reservista militar. Um dos mais antigos funcionários da Prefeitura de Porto Belo, grande criador de curiós. Talvez, por conta de sua função no trabalho, pareça mais sério, com um estilo militar, sempre correto, mas é um ótimo papo e procura sempre manter a forma física.
Nenen foi meu aluno e me lembro até hoje, e ele também, talvez se lembre de um torneio de futebol que os alunos do Colégio Estadual Tiradentes foram participar, patrocinado pela Coca-Cola ou Pepsi-Cola.
O Nenen era um dos destaques do time, dotado de uma raça incrível, bola dividida era com ele e com uma boa técnica, daí, ser um jogador chave na nossa equipe.
Quem passa pela loja de material de construção Vulcão, vai dar de cara com o Nenen, palmeirense, atendendo a todos com eficiência de sempre, mas sem deixar de lado seu lado brincalhão.
E tem o craque da família, no meu ponto de vista.
O Ci, que também foi meu aluno no Tiradentes e eu já antevia que faria sucesso nos campos de futebol. É uma eterna criança, com seu jeito brincalhão, muito boa gente e no gramado, mostra toda habilidade com que trata a bola, artilheiro nato e, para cada pancada que leva dos zagueiros, isso transforma-se em combustível e parte pra cima, se possível, com uma canetinha, um chapéu, entrando com bola e tudo.
São cinco irmãos que, embora eu não tenha muito contato, os considero como meus amigos e me orgulho disso.
Obs. Peço desculpas, se não escrevi corretamente o nome da D. Dejanda, mas a intenção foi das melhores.
terça-feira, 14 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
CADEIRAS VAGAS PARA ÍDOLOS
CADEIRAS VAGAS PARA ÍDOLOS
Pelé já abandonou os gramados há mais de 30 anos, ídolo eternizado pelo seu futebol fora de série e incomparável.
E tantos outros que ultrapassaram nossas fronteiras, tornando-se ídolos de todos os povos. Senna, que teve uma brilhante carreira, interrompida tragicamente. Oscar, o “Mão Santa”, um dos maiores cestinhas da história, que, chorando tal qual uma criança, fez chorar a nação o basquete, na casa deles, no Pan- Americano, em Indianápolis, no ano de 1987.
O nosso João do Pulo, recordista mundial durante tantos anos, no salto triplo, com inacreditáveis 17,89m.Eder Jofre, o “Galo de Ouro”, reconhecido mundialmente, entre os melhores boxeadores de todos os tempos.
E o Zico, que não só é idolatrado por toda nação rubro negra, mas o mundo inteiro reconhece seu talento dentro e fora das quatro linhas.
Guga e Marta, frutos de um espetacular esforço pessoal, pelo fato do tênis e futebol feminino nunca terem o apoio merecido pelas autoridades esportivas, tornaram-se vencedores e ídolos eternos. Talvez, com exceção do futebol masculino e voleibol, os demais esportes são relegados a um segundo plano.
No instante em que um grande ídolo pendura as chuteiras, logo começam as especulações para saber quem será o próximo. E agora é a vez de Neymar. Sem dúvida, um excelente jogador, com brilhante técnica, mas ainda tem muito pela frente.
A forma como o esporte é visto atualmente, com muito marketing e muita grana rolando, há a necessidade urgente de que novos ídolos sejam criados, porém, nem tudo é tão previsível assim.
Senão, vejamos, quem é o substituto de Senna ou do Guga? Não é tão simples como pode parecer.
Não podemos comparar o esporte com a Academia Brasileira de Letras. O cidadão torna-se imortal e, assim que se retira, escolhe-se alguém para assumir a sua cadeira.
Pensando bem, há muitas cadeiras vagas. Quem se habilita?
segunda-feira, 6 de junho de 2011
QUE TAL UM JOGUINHO?
Cansaço, contusões de atletas e o técnico reclamando do calendário brasileiro. Tempo para treinar? Nem pensar... são jogos e mais jogos, onde toda partida é uma decisão, as viagens são longas, Copa do Brasil, campeonato brasileiro, Libertadores, atletas que são peças chaves em suas equipes, sofrem contusões e são desfalques certos, isso, sem contar com essas convocações para amistosos da Seleção, que tem o objetivo de encher, ainda mais, os bolsos da FIFA.
Mas podemos interpretar essas questões sob outro olhar. O técnico disse que o time adversário não lhe pareceu cansado; achou até que ele estava com ótima disposição. Claro! Se ele admite que jogue com um time extenuado, caso vença a partida, a vitória será desvalorizada, era uma galinha morta. E se perder, é vexame na certa.
Mas como? São jogadores jovens, tem ótimos salários, alimentam-se do bom e do melhor, então, que mal tem em jogar duas vezes por semana? Voltamos no tempo e relembramos dos jogadores do passado, que também tinham um calendário corrido, mas não havia essas frescuras. Porém, nos esquecemos de que as exigências físicas do futebol atual são muito maiores.
É óbvio que se joga demais no Brasil, mas isso acontece em toda parte do mundo. Na roda de amigos, é comum afirmar que o calendário brasileiro é criminoso, enquanto que na Europa, é racional.na verdade, ambos são intensos, pois lá temos os campeonatos nacionais, em turno e returno, a Liga dos Campeões, eliminatórias da Eurocopa.
Joga-se demais e treina-se quase nada. Não há tréguas para descanso e o corpo, apesar de jovem e com vigor, não é uma máquina. Com essa sobrecarga, as equipes, salvo algumas exceções, não rendem o que poderiam render e o nível técnico cai.
Eis que entram em campo, os donos da sala e estão pouco ligando para isso. O futebol está cada vez mais caro e precisa ser financiado por essa maratona de jogos. A freqüência de público, as televisões transmitindo ao vivo, a venda de todo tipo de produto das equipes, tudo é válido para ganhar dinheiro.
É a regra do jogo. Até as pré temporadas, que deveriam servir para uma preparação adequada das equipes, tornaram-se espetáculos para o público internacional, em busca do maior lucro possível.
Algumas medidas para minimizar os efeitos dessa loucura, poderiam ser tomadas, mas, como dizem alguns técnicos, de nada adianta ficar falando que está errado, porque ninguém vai fazer nada.
O futebol virou um grande negócio, A bola tem que estar sempre rolando para a grana estar sempre girando e cada vez mais rápido.
domingo, 29 de maio de 2011
EXÉRCITO DE ATLETAS
Com apenas 18 anos, ele foi preso e condenado e o motivo foi um ataque contra militares israelenses. Ele, assim como tantos outros, fazia parte de uma milícia armada que lutava para dar fim ao que eles denominavam de ocupação.
Durante vinte anos, o palestino Jibrael Rajoub ficou confinado em uma prisão de Israel. Longe das prisões israelenses, Rajoub, hoje com quase 60 anos, quer formar um verdadeiro exército.
Mas, vejam vocês, desta vez, não haverá armas, com granadas e armas. A idéia é formar uma linha de frente com chuteiras, uniformes e bolas.
Atualmente, Rajoub é o dirigente número 1 no que diz respeito ao esporte na Palestina e tem como objetivo principal, a participação de uma equipe nos Jogos Olímpicos e, também disputar as eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014.
Ele vem participando de inúmeras reuniões, justamente para tentar obter a garantia de Israel, para que atletas palestinos possam participar de competições esportivas no exterior.
Enquanto no campo político, o avanço entre israelenses e palestinos ainda seja lento, já no campo esportivo, há esperanças otimistas. Israel propôs a criação de uma linha direta e de um plano que possa solucionar a questão do deslocamento de atletas palestinos, e, dessa forma, poderem participar de competições em outros países.
Embora a ONU não reconheça a Palestina como nação , os palestinos fazem parte da FIFA, órgão máximo do futebol e do COI( Comitê Olímpico Internacional) e já conseguiram, com o auxílio da FIFA, uma verba que permitiu a construção do Estádio de Futebol Al-Ram, para 8000 espectadores, inaugurado em 2008, porém, permanece o bloqueio de Israel, quanto ‘a obtenção de visto para seus atletas, visando a participação em competições internacionais.
No último mês de março, o Estádio Al-Ram, passou por uma reformulação e foi palco de um jogo histórico. Pela primeira vez, a Seleção da Palestina jogou diante de sua torcida, contra a Tailândia,em partida válida pelo Torneio Olímpico.
O desejo de o Estado Palestino ser reconhecido internacionalmente é, infinitamente maior do que subir no pódio e receber alguma medalha ou taça.
Segundo Rajoub, não basta apenas ter um exército com soldados que garantam a existência. Ele quer, acima de tudo, um batalhão de atletas que percorram o mundo, com a chance de mostrarem que merecem um lugar no cenário internacional.
Pela primeira vez em sua história, acontecerá uma Liga Nacional de Futebol, que busca, além de uma competição esportiva, o outro lado do povo palestino.Os atletas participantes não competirão pelo título da competição, mas serão verdadeiros embaixadores de um país que existe, mas, que querem ser reconhecidos com o tal.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
E AGORA, VEM A PRELEÇÃO!!!!!
Silêncio, Pessoal. Quero todos bem atentos para a preleção. Isso...preleção. Para quem desconhece o que significa, é uma espécie de discurso.
Ao ouvirmos a palavra preleção, e logo nos vem ‘a cabeça...nada como uma boa conversa que acontece minutos antes da partida ter seu início, de forma que tente complementar informações sobre a disputa que vem pela frente.
É uma injeção de motivação para o grupo envolvido. Claro, há todo um período pré determinado de trabalho, uma preparação física, técnica, tática e psicológica, sempre visando a competição e a preleção pode auxiliar, buscando uma maior eficiência no rendimento da equipe, tentando solucionar problemas que possam surgir, dando assim, uma maior consistência ao treinamento do dia a dia. É a parte final de todo um trabalho realizado.
Há técnicos que têm influência militar e para eles, o jogo é comparado a uma guerra, onde cada atleta é um guerreiro que tem pela frente uma verdadeira batalha.
Queremos uma defesa armada!!! E vamos atacar com todas as nossas forças, pois o grupo está preparado para massacrar o inimigo. Você, Galheta, tem que cair pelo flanco direito, buscando o lançamento para o Peu e o esquerdinha, que chegam com tudo para finalizar o ataque mortífero.
É força contra força, mas com as armas que temos, iremos passar por cima deles. A conquista será nossa!!!.
Tem aquele técnico que gosta de mostrar seu lado operário, de trabalhador e diz: já venho trabalhando com esse grupo há dez meses e, quando cheguei, peguei uma equipe desmotivada, apresentando um baixo rendimento, porém, com um trabalho incansável e muito esforço durante os treinamentos, nossos atletas estão adquirindo confiança e ganhando moral, aumentando a produção e, assim, alcançaremos nossos objetivos.
E o que dizer do técnico que tem uma mística em sua volta, deixando na mão de Deus, como se fosse seu auxiliar técnico?
Bem, embora nosso centro avante não esteja atravessando uma boa fase, eleja demonstrou que, além de ser muito talentoso, tem também uma sorte divina. Sabemos que isso é importantíssimo num jogador, e, com certeza, irá corresponder ‘a nossa expectativa, se Deus quiser.
Talvez você, técnico profissional ou então, que treina equipes amadoras, tenha outras características, uma outra maneira de ser, mas, com certeza, tem um pouquinho de cada uma dessas.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
PÊNALTI É LOTERIA!!!!!!!
Nos seus tempos de moleque, ele jogou em muitos timinhos de rua e de escola.Vídeogames, computador...que nada!!! nada melhor que um campinho de terra, de tênis, chuteira ou mesmo descalço, a bola de capotão, time sem camisa X com camisa...juiz, nem pensar.A falta era marcada no grito e, geralmente, respeitava-se essa "regra".
Par ou ímpar para ver quem começa escolhendo, times formados e lá vamos nós para o jogo.
Carlinhos não era nenhum craque, ficando sempre os últimos para serem escolhidos. Mas não tava nem aí, pois queria mesmo era poder bater uma bolinha e divertir-se, acima de tudo.
Um dia, a turma teve que pegar ônibus e, depois de uns quarenta minutos, cruzando a cidade,desceram no ponto e ainda camelaram por mais vinte minutos até chegarem no local do jogo.O campo não era nenhuma maravilha, mas Carlinhos não parava de olhar para todos os lados, como que prevendo algo.
O jogo iria começar e a equipe adversária tinha no elenco, quatro atletas "federados", que treinavam no infanto juvenil do São Paulo, esse mesmo, o do Morumbi.A parada ia ser dura, mas...apita o juiz e Carlinhos, não me perguntem por que...estava entre os titulares.
O time dos "federados" era muito melhor, então a tática adotada era jogar com dez lá atrás e um protegendo a defesa, tentando levar a decisão para a prorrogação e, se possível, para a cobrança de penalidades máximas.
Chute de bico pra tudo quanto é lado e pra onde estivesse virado. Isso, sem contar que o Bolinha, o goleiro estava numa tarde inspiradíssima, fechando o gol.
Final do primeiro tempo e 0 X 0. No segundo tempo, massacre total, ataque em massa, mas nada da bola entrar. E vem a prorrogação.
Carlinhos e seus companheiros resistem heroicamente e levam a decisão para os pênaltis.Cada equipe teria direito a cinco penalidades máximas e, se após isso, persitisse o empate, viriam as cobranças alternadas, até que houvesse um vencedor.
Batem os cinco e...empate.Daqui em diante, se um fizesse o gol e o outro errasse, fim de jogo.
Bolinha no gol e Polenta, atleta "federado" do São Paulo, arruma a bola com carinho, dá três passos para tras, olha como que ameaçando o goleiro, dá uma risadinha sarcástica e chuta...por cima do travessão.
Seu Tulipa, técnico do time, procura entre os jogadores, mas só restava um que ainda não havia batido o pênalti.E chama Carlinhos. Vai lá , garoto, é a sua vez de bater e, embora não acreditasse, disse: marque o gol e o título será nosso.
Carlinhos tremia, enquanto caminhava em direção a marca da cal e ia escutando os companheiros...uns pediam que enchesse o pé, outros, que ele batesse colocado, no lado oposto do goleiro, como se isso fôsse fácil para o Carlinhos.No fundo, todos tinham a certeza que ele perderia o pênalti.
Carlinhos toma distância e com os olhos fechados, chuta o mais forte que pode e...bola no ângulo...GOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLLLL!!!!!!!!!!!!!!
Tem quem diga que pênalti é loteria.Naquele dia, Carlinhos ganhou na loteria sozinho.
sábado, 23 de abril de 2011
TIAGÃO!!!!!!!! ELE É O CARA
E lá vem ele, de repente... sem que você espere, pula nas suas costas, o agarra com uma força fora do normal. E abraça, beija, eu brinco com ele e o sorriso vem fácil.
Figuraço esse Tiago. Já foi meu aluno e já trabalhamos juntos também.
No trabalho, eu dizia... o campeonato de futebol está acontecendo e sua tarefa hoje é passar para o computador, todos os resultados da rodada, relação de artilheiros, cartões amarelos e vermelhos , enfim, capricha senão o chefe vai chiar.
Ele transformava-se, o sorriso dava lugar a um rosto sério, concentrado e disposto a fazer o melhor relatório da competição. Tá certo que a cada dois minutos, ele me perguntava alguma coisa para tirar dúvidas, mas no final da tarefa, TIAGÃO era perfeito. Valeu, cara!!!!!
Num outro local em que eu trabalhava, ele morava ao lado e, de vez em sempre, lá estava o Tiago para bater um papo, tomar um cafezinho, incomodar de vez em quando. Tinha uns 13, 14 anos e, era só ter uma folguinha, eu tentava lhe demonstrar alguns golpes e posições do karatê. Ele, incansável, tentava, errava, treinava mais, sempre determinado para executar os movimentos da melhor maneira possível.
Pois não é que, passados quase quinze anos, PÔXA!!!! Lá vem o Tiagão executando os velhos movimentos aprendidos naquele tempo. Por isso...ELE É O CARA!!!!
Os pais, D. Benta e Seu Dedé, os irmãos, sobrinhos e todos amigos do Tiago, com certeza, são muito orgulhosos desse cara fora de série.
Flamenguista fanático e adora um bolo de morango. E esse cabelo branco?? Tá ficando velhinho, hein... negão.Vê se me convida pro seu aniversário em julho.
Tiagão!!!!! Continue sempre assim, um cara bom de coração, feliz com a vida e , na certeza, que o Vadão aqui é seu amigão do peito, mas da próxima vez que me agarrar pelas costas, vem com mais calma.
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